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BLACK FRIDAY | CARREGA MARTELO

Visto que hoje é BLACK FRIDAY o Carrega tem uma mega hiper super promoção para os seus seguidores.

A nossa APP está inteiramente gratuita para download na Playstore. Quem é amigo, quem é?

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(Esta é só mais uma forma de promover o lançamento da nossa APP que sempre foi e será gratuita).

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Será que foi só uma vitória?

No passado domingo do CDSC venceu o Chaves por 2-0 em jogo a contar para a 4ª Eliminatória da Taça de Portugal.

No final das contas foi só uma vitória que dá acesso à 5ª Eliminatória da prova Rainha do futebol português. Será que foi só isso?

Penso que não. Primeiro, é importante dizer que o CDSC está entre as 16 melhores equipas em Portugal, visto que a Taça engloba todas as equipas de todos os escalões.

Depois, o destaque da vitória do CDSC na comunicação social nacional foi enorme. Assim, numa vista de olhos rápida o CDSC esteve na capa do 3 jornais desportivos nacionais e no Açoriano Oriental (isso é normal). Foi notícia no canais de televisões generalistas e de desporto. Foi notícia em diversas plataformas digitais de orgãos de comunicação social especializados e generalistas (web).

Mas mais importante que tudo isso: estiveram quase 3500 pessoas no Estádio de S. Miguel a assistir a este jogo e importa referir que o CDSC vinha de um empate em casa frente ao Leixões. Não sou daqueles que acha que os adeptos foram lá para ver o Chaves jogar. Foram lá porque começam a perceber que o CDSC está diferente, mesmo quando não ganha. Importa também referir que o apoio da Bruma Vermelha contagia toda a bancada para galvanizar a equipa.

No entanto existem situações em que todos temos que melhorar. Neste momento o Estádio de S. Miguel não tem capacidade para suportar essa afluência tão grande de adeptos. Queremos que as pessoas venham aos jogos mas a oferta tem que ter qualidade. Mas também não é menos verdade que chegar 20 minutos antes da partida e esperar que se consiga entrar rapidamente é arriscar um bocado.

Por isso acho por bem começar a alertar, não só a estrutura diretiva do clube bem como os próprios adeptos, para um comportamento que ajude todos a terem uma melhor experiência quando vão ao futebol.

O estacionamento no Estádio de S. Miguel é reduzido. Não podemos obrigar as pessoas a irem todas juntas, mas se puderem juntar e levar só um carro, por exemplo, já ajudaria um pouco. Comprar os bilhetes antecipadamente na sede do clube, chegar cedo ao jogo, são atitudes que podem ajudar a que todos que possam ter uma tarde mais calma, porque para emoções fortes já bastam os 90 minutos da partida.

No que diz respeito à estrutura diretiva é importante ter os torniquetes de entrada abertos. Existem 3 entradas no estádio de S. Miguel e devem de estar todas funcionais. Em relação às bilheteiras são quarto e provavelmente insuficientes para tanta afluência. Bem sei que tudo isto tem um custo, são mais pessoas a trabalhar, é necessário mais segurança etc etc. Mas o custo maior será perdermos adeptos que não vão aos jogos porque demoram muito tempo a entrar.

A solução para este problema será uma valsa, onde a organização do jogo e os adeptos têm que se juntar e dançarem da mesma forma.

 

Uma caixa de água das Lombadas por favor.

CDSC 1-2 Ac. Viseu. Primeira derrota do CDSC em casa na época 2016/17. O CDSC não perdia em casa desde 7 de Fevereiro de 2016

A azia que todos sentimos, depois de ter perdido o último jogo em casa, a contrastar com a grande a alegria de domingo passado, faz com que descemos à terra. Embora o Ac. Viseu fosse uma equipa na teoria fácil e o jogo tivesse tido sentido único, a verdade é que não fomos eficazes.

Apesar das alterações ao 11 inicial que Rui Amorim efectuou a equipa não perdeu rendimento. Jogou com a mesma intensidade e vontade. O resultado final é que não foi o desejado.

Com um golo aos 7 minutos de Paná contra a corrente do jogo o CDSC não abanou e embora tivesse feito o empate num lance feliz aos 17 minutos através de Pineda, foi sempre a equipa que mais procurou a baliza adversária.

Na segunda parte quando o CDSC preparava para manter a toada um pénalti cometido por Felipe Barros deitou por terra a estratégia do Treinador Rui Amorim.

Depois de um período de desnorte onde o Ac. Viseu teve algum ascendente sobre o CDSC, o mote voltou a ser o mesmo, ataque continuado sobre a baliza do Ac. Viseu mas com pouca clarividência.

O resultado não espelha o que foi o jogo. Como tal fica um sentimento estranho de bom jogo mas sem o resultado desejado. Domingo será melhor.