Anda Pacheco!

O CDSC ontem empatou a uma bola com o Real em Queluz. O jogo foi muito macio por parte do CDSC, valeu realmente o Capitão Pacheco que enquanto esteve em campo jogou e fez jogar.

Sem o Homem no banco a equipa ficou à responsabilidade de Marco Louçano, mas foi um CDSC já em pré-férias que jogou ontem. Uma exibição sem o fulgor e a raça de outros jogos. O Real não ofereceu grande resistência ao longo da primeira e foi com naturalidade que o CDSC chegou à vantagem na passagem da meia-hora de jogo. Quem mais poderia ser o marcador do golo? Thiago “Bola na Rede” Santana. Num cruzamento de Minhoca, o Capitão cabeceia para defesa do guarda-redes adversário e na recarga, oportunamente, Santana encosta para faturar.

Até final da primeira o CDSC ainda fez mais alguns remates, Osama e Minhoca, mas sem sucesso.

No reatar da partida, e novamente sob a batuta do Capitão o CDSC foi mais perigoso mas sem nunca conseguir matar o jogo. Santana, Fernando e o Capitão Pacheco tentaram aumentar a vantagem. Fruto dessa pressão relativa, foi o remate à barra do homem com a braçadeira.

Depois disso só mesmo Kaio é que criou algum perigo, com dois esticões na defesa do Real, mas os cruzamentos não encontraram ninguém na grande área. Kaio que entrou para o lugar do Capitão aos 58 minutos.

Até final a equipa tentou segurar a magra vantagem, mas o Real acreditou mais e aos 91 minutos marcou o golo do empate, num lance muito atabalhoado tanto da nossa defesa como do ataque do Real.

Em resumo um CDSC q.b. teria vencido o Real sem problema, mas fruto dos últimos resultados a equipa entrou no jogo cansada fisicamente e com uma descrença total no seu valor. Este teria sido o jogo ideal para dar a volta por cima, para ganhar bem e jogando o suficiente, mas infelizmente não foi isso que aconteceu.

Como adepto estou triste. Já vi a equipa fazer maravilhas esta época, não posso esquecer o jogo em Alcochete, apesar da derrota foi uma demonstração de crer e de raça, das vitórias frente ao Gil Vicente, Benfica B (com menos 1 jogador) fora de portas, das duas vitórias para a Taça em casa (Belenenses e Chaves) e o empate fora, contra o Moreirense, das vitórias em casa contra o Sp. Covilhã, Guimarães B, Académica e União da Madeira. Não posso esquecer as três dezenas de golos marcados, aquele golo do João Reis em Famalicão foi soberbo.

Mas neste momento não temos visto nada disso. E por isso estou triste. E acho que tenho direito a isso.

 

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