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Empate contra o Vizela

O CDSC empatou sem golos frente ao Vizela. Num jogo de sentido único (em direção à baliza do Vizela) o CDSC não consegui materializar em golo o domínio do jogo. No entanto o Vizela sempre que teve espaço criou perigo na baliza defendida por Serginho. Valeu as boas intervenções do guardião encarnado para levar o jogo a zeros até ao fim. Naturalmente que jogando em casa, o CDSC deveria e podia ter vencido, o jogo mas a falta de eficácia dos nossos jogadores ficou novamente espalhada no resultado final. Era importante vencer para não descolar do grupo da frente, visto que no próximo domingo o CDSC irá jogar contra o Varzim que está a fazer uma segunda volta espetacular. Vamos tentar contrariar esse favoritismo.

Uma nota para os orgãos de comunicação social regional: o jogo de ontem não teve cobertura por parte da RDP-Açores, naturalmente por questões de programação. No entanto nenhuma outra rádio aproveitou para preencher esse vazio. Só a Rádio Vizela efetuou o relato do jogo. Ou seja, houve alguém que se meteu num avião, pagou o hotel e refeições para ir fazer o relato do Vizela que está no 16º lugar da II Liga. Em S. Miguel não existiu ninguém que se desse ao trabalho de pegar num telefone e fazer o relato do 6º classificado da II Liga? Provavelmente muitos estariam no estádio a ver o jogo. Enfim.

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Pacheco, Sr. 300

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No passado dia 4 de Dezembro o Capitão Pacheco completou 300 jogos ao serviço do CDSC. Nunca um jogador jogou tanto pelo CDSC, é realmente um número impressionante para o nosso capitão Pacheco.

O Carrega Martelo esteve à conversa com o nosso capitão acerca do passado, do presente e do Futuro.

Carrega Martelo – A sua estreia na equipa principal do CDSC foi na época 2003/04, frente ao Desp. Chaves, na altura tinha 20 anos. Qual foi a sensação de vestir a camisola do CDSC, mas desta vez como sénior?

Pedro Pacheco –“Foi uma sensação indiscritível, lembro me desse jogo perfeitamente pois participaram mais 2 atletas açorianos ( Fonseca e Botelho), foi um momento pelo qual ambicionava desde 10 anos, e quando se atinje essa etapa é mais do normal que a felicidade fique estampada no rosto!

CM – E a sensação do primeiro jogo em casa?

PP – “Primeiro jogo em casa já não me recordo muito bem, deve ter sido um resultado menos bom, dai não me lembrar.”

CM – Qual foi o melhor momento vivido no CDSC?
PP – “Melhor momento foi quando disputei até ultima jornada a subida divisão, foram momentos inesquecíveis, quando ninguém dava nada por nós, conseguimos paulatinamente e com muita competência alcançar vitórias atrás de vitórias!”
CM- O melhor golo que já marcou pelo CDSC, ou o mais importante?
PP – “Melhor golo foi contra Moreirense, numa altura em que estávamos numa posição de risco, e aquele golo para além de ter sido assinalável, teve importância na manutenção da equipa.”
CM – Como analisa a época do CDSC até ao momento, mesmo com todas as alterações do comando técnico?
PP- “Julgo que estamos a fazer uma boa época, para quem já teve 4 treinadores num espaço de 5 meses, é de salientar que o grupo de trabalho é forte e manteve-se focado nos objetivos do clube, agora tenho a noção que houve alguns jogos que claramente perdemos pontos com equipas que estavam ao nosso alcance, esses pontos sairam-nos caro, até porque caso não os perdêssemos estavamos numa posição ainda melhor.”
CM – E o futuro? Terminar a carreira no CDSC? Chegar à I Liga? Quantos anos é que ainda espera jogar?
PP- “O Futuro, costumo dizer que a Deus pertence, agora não escondo a ninguém que tenho um sonho de subir divisão com clube do coração, seria muito gratificante se o conseguisse, deixar-me ia radiante, tenho plena consciência da exigência mas é um objetivo que a curto prazo pode ser atingido pois o Santa Clara cada vez mais consegue oferecer muita estabilidade e condições aos seus jogadores e treinadores.”
CM – Para terminar qual a melhor recordação do CDSC, como jogador ou como adepto?
PP- “Melhor recordação que tenho foi a primeira subida à I Liga, com estádio pilhado de adeptos a apoiar o clube, foi momento deveras marcante, a região vibrou com esse feito e trouxe vantagens a todos os açorianos.”

12 anos depois o Capitão Pacheco, (Sr. 300) conta com 19 golos marcados e uns impressionantes 309 jogos. Parabéns.

 

Vitória em São Roque

O CDSC venceu o São Roque por 2-0 em jogo a contar para os quartos-final da Taça de S. Miguel. Os golos foram marcados por Clemente, de grande penalidade, e Guilherme.

O São Roque ainda teve uma oportunidade para reduzir a desvantagem, mas Varão falhou uma grande penalidade.

O CDSC já tem a companhia do Rabo de Peixe e Vale Formoso nas meias-finais, faltando a quarta equipa que sairá do confronto entre Santiago e Operário.

 

Fonte: AO

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