Balanço de 2016

2016 está a terminar e podemos fazer um pequeno balanço do que foi o ano para o CDSC.

Em 56 jogos o CDSC venceu por 24 vezes, empatou 16 vezes e perdeu outras 16 vezes. Marcou 66 golos e sofreu 56 golos. Venceu a Taça de São Miguel e registou um total de 6 treinadores no comando técnico da equipa de futebol: Fernando Valente, Carlos Pinto, Daniel Ramos, Hugo Relvas, Quim Machado, Rui Amorim e novamente Carlos Pinto. Terminamos o ano no 3º lugar da II Liga a 10 pontos do segundo classificado, o Desp. Aves, e com vantagem de 3 pontos para o quarto classificado, o Cova da Piedade. Falta ainda um jogo da 20ª jornada e caso a Académica vença o Sporting B essa vantagem ficará reduzida para 2 pontos de vantagem para o 4º classificado.

É certo que o início da época 2016/17 foi bastante promissor, com 6 vitórias consecutivas, mas as alterações no comando técnico do CDSC foram devastadoras para mantermos essa regularidade. Ainda assim a equipa não caiu na classificação, manteve-se nos lugares da frente, e só podemos esperar que haja estabilidade para um campeonato tranquilo e que rapidamente façamos os pontos suficientes para garantir a manutenção e podermos pensar em outros voos.

O mercado de inverno já está a mexer e o CDSC vai ser um assediado pelos clubes da I Liga para levarem algumas das nossas peças chave da equipa. Já aconteceu com Rafael Batatinha. Nota também para as saídas de Cristiano Pascoal para o Praiense e de Muaid Allafi para o Ahly Tripoli. Por outro lado, o trabalho de prospecção de jogadores não pára e o CDSC já contratou o jovem colombiano Ítalo e o líbio Mohamed Tubal. Nas próximas semanas certamente teremos muitas novidades. Mas existir um fator para o qual gostaríamos de chamar a atenção: sempre que existe a saída de um jogador o técnico para um escalão superior o CDSC tem sido ressarcido. Aconteceu com o prof. Daniel Ramos e com Rafael Batatinha. Não aconteceu com Quim Machado pelas razões conhecidas.

Neste balanço de 2016 não podemos deixar de lado a parte administrativa do CDSC. Com o foco na resolução dos graves problemas financeiros que o CDSC atravessa já há algum tempo, a direção liderada por Rui Melo Cordeiro tem tentado redimensionar toda a estrutura do CDSC para uma realidade bastante diferente do que vimos no passado. Resultado desse trabalho foi a aprovação das contas na Assembleia Geral do passado dia 30 de Novembro.

É certo que o CDSC tem que crescer nos apoios que consegue recolher, no número de sócios e na visibilidade a nível nacional para que todos percebam o que é o CDSC e qual é a realidade do futebol açoriano. Mas para isso primeiro é necessário arrumar a casa e depois darmos esses passos de forma segura e sustentada. Existe também um trabalho junto das nossas comunidades emigrantes, principalmente nos E.U.A. e no Canadá, que devemos reativar com mais intensidade visto que a geração que é do CDSC, que jogou no CDSC, começa a desaparecer e precisamos que a mensagem passe para as segundas e terceiras gerações de filhos de açorianos, para que o CDSC continue a ser o 4º grande nessas comunidades.

Desejamos um Bom Ano a todos os santaclarenses.

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